Ban Song

Community & School Restoration Program

ano de projeto
0
anos de aldeia
0 +
de Bangkok
0 km
do Mar Sul da China
0 km
Mukdahan sub-disctrict
n 0
habitantes
0 k+

sobre o projeto

"Most of the time we were the ones who were learning a lot from the natives."

status do projeto

Desenvolvimento & Conclusão
execução de projecto: 2007
conclusão de projeto: 2007

detalhes

Denominação: Escola & Comunidade de Ban Song
Denominação de Branding: Ban Song Community & School
Localização: Ban Song, Mukdahan, Tailândia
Conceito & Desenvolvimento: Frederic Coustols

equipa

Gestão de Projeto: Frederic Coustols
Visual Strategy Architecture: Creative Digital Design

breve descrição

Em 2007, o Palácio Belmonte Culture Club e Frederic Coustols lançaram um projeto dedicado à saúde e à educação, através do estudo e da posterior proposta à comunidade local de um plano sustentável para a reabilitação da escola de Ban Song, na Tailândia. A equipa facilitou um processo coletivo de reflexão e partilha com professores, pais e alunos, muitos dos quais se voluntariaram para implementar o plano por iniciativa própria. O projeto foi bem-sucedido, e o pequeno montante investido como financiamento inicial revelou-se insignificante quando comparado com os resultados extraordinários alcançados, a alegria dos alunos e professores, e o orgulho de uma comunidade que, de repente, percebeu que não precisava de esperar pelo Estado para agir.

O desfecho desta história foi, no entanto, inesperadamente desanimador. Assim que as autoridades tomaram conhecimento do que a comunidade tinha conseguido realizar por conta própria, decidiram avançar com a construção da nova escola que tinham prometido repetidamente no passado, procedendo à demolição da antiga.

Esta experiência trouxe uma lição importante, revelando como mesmo as iniciativas mais generosas podem ser mal interpretadas e, de forma involuntária, gerar disrupção.

Ao mesmo tempo, destacou algo essencial. A nova escola foi construída em betão e equipada com ar condicionado. A antiga escola, como a maioria das casas rurais, tinha sido construída em madeira, segundo métodos tradicionais, com ventilação natural e rodeada por vedações de bambu com seis metros de altura, cobertas por plantas floridas. Era fácil e económica de manter pela própria comunidade. Em muitos sentidos, estava perfeitamente adaptada ao seu ambiente.

Ao longo de todo este processo, apercebemo-nos frequentemente de que aprendíamos muito mais com os habitantes locais do que aquilo que alguma vez poderíamos ensinar. O que estas experiências nos mostraram, em última análise, é que os recursos financeiros raramente são o fator determinante para viver em harmonia. O que é verdadeiramente necessário é tempo, lealdade e bom senso.

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